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COMUNICADO 04/2006 |
Lisboa, 06 de Abril
QUEREMOS
OS NOSSOS AUMENTOS!
-
Execução imediata
do acordo 2005
-
Abertura de negociações 2006
- Vamos
reclamar em tribunal a negociação 2001
QUEREMOS
OS NOSSOS CONCURSOS!
-
devem
ser imediatamente abertos os concursos
... para
chefias – vice-cônsul e chanceler
... para
técnicos
... para
assistentes administrativos
CARTA
DE COMPROMISSOS EM QUESTÃO!
-
Ministro promete diálogo e pede compreensão
- Subsecretário de Estado volta atrás
- DGA pouco diz
- Diálogo exige resultados
- Acordos são para cumprir
- Sem direitos respeitados é preciso lutar!
REESTRUTURAÇÃO
A CAMINHO
-
SECP apresentou proposta ao Ministro
...
e fala em encerramento de Consulados e
... em alterações ao nosso Estatuto
- Adjunto do Ministro coordena Comissão
- STCDE será chamado a pronunciar-se
- Nossa posição de princípio actualizada
STCDE
PRETENDE COLMATAR FALTA DE FORMAÇÃO
É sempre a mesma coisa! A actualização 2005, atrasada mais de um ano, foi objecto de acordo há quase 4 meses. A actualização 2006 da Administração Pública já foi executada, embora diga respeito a centenas de milhares de funcionários, contudo, apesar de o Governo falar do programa SIMPLEX, quando se trata de o MNE executar uma actualização para 1800 trabalhadores (incluindo ctc’s e pessoal de limpeza) a coisa é muito COMPLICADEX!
Só em Fevereiro o DGA
se despachou, o Senhor Ministro só há dias assinou, e agora? As Finanças irão
fazer como em 2002? A actualização 2006 também ainda não avançou, apesar de
já termos instado o DGA a iniciar o processo negocial e de o Senhor Ministro
falar na abertura célere do processo negocial, em resposta à apresentação do
Caderno Reivindicativo 2006.
Embora a actualização
2001 conste deste Caderno e esteja contemplada na Carta de Compromissos,
iremos, cautelarmente, desencadear uma acção em Tribunal.
Desde que, em 22 de
Fevereiro, nos apresentou a estimativa de custos dos concursos para técnicos
e administrativos – a estimativa para os de chefia já tinha sido
feita há quase um ano -, o DGA só hoje deu sinal de vida, sem reagir às
nossas observações àquela estimativa de custos e à nossa proposta de calendário
para a realização dos concursos, limitando-se a informar que está tudo na
mesma.
Enquanto o Senhor Ministro
apela à nossa compreensão para os “constrangimentos impostos pela
actual conjuntura ... que ... se estendem a toda a Administração Pública”
(então os outros não têm actualizações e concursos?), o Senhor Subsecretário
Adjunto vem questionar os concursos, contrariando o compromisso que assinou,
falando em “estudos rigorosos em matéria de política de efectivos, no
âmbito dos quais estão a ser ponderados os lugares cujo provimento é
necessário e adequado ..., o que abrangerá os lugares do pessoal dos Serviços
Externos,...”.
Importa perguntar:
Estarão a estudar se
os serviços externos precisam de chefias?
Será que o direito
à carreira dos técnicos e administrativos tem alguma coisa a ver com
provimento de lugares?
Estarão a estudar se
a contratação a termo certo é um acaso e não por falta de
efectivos?
Será que as Comunidades
Portuguesas vão continuar a ser abandonadas a situações
“holandesas e canadianas”?
Queremos os Acordos e a Carta de Compromissos cumpridos.
O
diálogo sem resultados empurra-nos para a luta!
Entretanto,
conforme este CCP informou, o Senhor Secretário de Estado terá dito há
uma semana que prevê o encerramento de postos e “ alterações
que terão de ser feitas ao Estatuto dos Funcionários Consulares” (sic),
sendo que, até hoje, nada nos foi apresentado neste
sentido para efeitos de negociação.
Contudo,
como o Senhor Subsecretário Adjunto mostrou interesse em conhecer
a nossa posição sobre a matéria, com base nos documentos que a seu
tempo produzimos, elaborámos e remetemos o documento “Reestruturação da
rede Diplomática e Consular”, que será hoje disponibilizado na nossa página
e enviado aos Conselheiros das Comunidades Portuguesas, aos Grupos
Parlamentares/Deputados pela Emigração e à Comunicação Social.
Os
associados que possam ter interesse em vir a beneficiar do programa de acções
de Formação a que o STCDE se candidatou (ainda não foi confirmada a sua
aceitação), e não disponham de correio electrónico, deverão solicitar-nos
as respectiva documentação.
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